A complexidade da metrópole em que habitamos nos leva a utilizar novos recursos, que não são necessários de forma exclusiva ao taxista, mas a todo cidadão que precisa se deslocar de um lugar ao outro dentro deste ambiente caótico.
Há uma mudança constante do espaço, e este torna-se cada vez mais técnico.
A questão não é a substituição dos mapas mentais por memórias artificiais, mas a possibilidade de expandir, dar continuidade à memória do indivíduo, e desenvolver uma linguagem cartográfica que além da representação do ambiente, seja capaz de dar significação às realidades e ambientes desconconhecidos. Para isso é preciso uma memória artificial similar à forma como pensamos.
Aurea Fidelis - PP - Noturno
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
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